Já são conhecidos os 54 livros semifinalistas da edição de 2026 do Prémio Oceanos, um dos mais importantes prémios dedicados à literatura contemporânea escrita em língua portuguesa.
Entre os autores selecionados encontram-se escritores de Angola, Brasil, Moçambique e Portugal. Na representação portuguesa, foram selecionados dez autores na categoria de narrativa e seis na categoria de poesia.
Na poesia, os semifinalistas portugueses são As Mãos, de Rui Teixeira Motta, publicado pela Guerra e Paz Editores; Coisa de nada, de Duarte Drumond Braga, da não (edições); Corpos da Memória, de Helder Macedo, publicado pela Caminho; e Terreno, de Duarte Scott, da Tinta-da-China.
Na prosa, a seleção portuguesa inclui A chuva que lança a areia do Saara, de Ana Margarida de Carvalho, editado pela Companhia das Letras; Have Ya Got Any Castles, Baby, de Ana Teresa Pereira, da Relógio D’Água; Matilde, de H. G. Cancela, também da Relógio D’Água; Mundo, pára quieto, de Ricardo Araújo Pereira, publicado pela Tinta-da-China; Não é ainda o pânico, de Rui Nunes, da Relógio D’Água; O Mel sem Abelhas, de Judite Canha Fernandes, da Gradiva; Quem Tem Medo dos Santos da Casa, de Sara Duarte Brandão, da Dom Quixote; e Recordações e Andorinhas, de J. Rentes de Carvalho, publicado pela Quetzal.
Este ano, o Prémio Oceanos recebeu 3086 candidaturas, provenientes de 491 editoras de nove países. Podem concorrer ao prémio livros escritos em língua portuguesa e publicados em qualquer país do mundo.
O Prémio Oceanos distingue anualmente obras de literatura contemporânea em língua portuguesa, promovendo a diversidade e a circulação da criação literária entre os diferentes países e comunidades de expressão portuguesa.
A lista completa dos 54 semifinalistas pode ser consultada no site da Associação Oceanos.
Em Portugal, a DGLAB é a entidade parceira do prémio, considerado o mais significativo e abrangente galardão dedicado à literatura contemporânea escrita em língua portuguesa.